O que respondi

24/11/2009

Hoje visitando o “Sedentário e Hiperativo” dei de cara com uma caixa perguntando:

Responsabilidade – “Temos alguma parcela de culpa em relação a pobreza das classes mais carentes?”

Faz parte do Palco HSBC, um programa de opinião online. Eu vi isso AQUI.

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Eu respondi isso aqui:

Vamos a questão…

Desde os primórdios da sociedade humana as pessoas se subdividem em grupos sociais.

Um erro é manter esta divisão sempre.

Mas há um grande problema na questão de mudar o mundo, não são todos que tem “poder” para mudar a sociedade de forma significativa.

Este papo de cada um fazer sua parte não cola, pois sempre terá um que não o fará, e ainda temos que conviver com nossos problemas que as vezes são complicados, problemas estes que em certa escala podem ser paralelos em escalas sociais diferentes (Enquanto uns morrem de fome outros morrem de depressão).

Apesar de eu achar a caridade algo importante, o primeiro alvo da caridade por parte do ser humano deve ser iniciado com o próprio ser. Basicamente falando, se você não se ama, não amará nem o seu próximo.

A culpa é nossa e também não é, nossa por aceitar de forma ignorante o sofrimento dos outros e não nossa por termos muitos problemas reais em nossas vidas para se preocupar com o de terceiros.

Fora o fato de que TODOS nós temos que passar por dificuldades na vida, é um dos objetivos dela. Subjulgar que todos devem se ajudar é uma visão às vezes prepotente e incoerente com o sofrimento obrigatório de cada pessoa, você não conhece o “passado” de cada pessoa do mundo. Um exemplo simples que tenho sobre isto é o de um mendigo que ficava aqui num bairro do RJ. Certo dia um amigo para e me fala: – ei você ja viu um mendigo que ficava na rua tal, aquele que não tem duas pernas etc… falei que sim, dai ele me contou a história de que ele aprontou e muito com muitas pessoas, dai pensemos, devo ter pena deste cara, e ajudá-lo? Não. Este passado pode ser dado em várias “escalas”.

Cada um leva consigo suas atitudes e ações, são elas que ditarão seu “destino”, o que cada um passa é porque tem obrigação de passar. Cada um tem a vida que merece ter, não se pode comparar A e B sempre, pois sempre haverá algo ruim para te atrapalhar, são as provações da existência.

Quem tem pena é passarinho, ame-se antes de pensar em seus semelhantes, mas pense nos seus semelhantes lembrando que cada um tem o que “merece”.

E falando numa linguagem socio-polico-econômica bonitinha, enquanto houver divisão social e má distribuição de capital, haverá pobreza.

Bom acho que daí responde, sim temos uma “parcela” de culpa, mas dependendo de onde você está “posicionado” e de suas ações refletidas na sociedade, essa parcela é maior ou quase nula.


Sobre o pensar…

07/08/2009

Ás vezes tenho meus momentos poéticos hehe…

O Pensador,  escultura de Auguste Rodin

O Pensador, escultura de Auguste Rodin

Sobre o pensar

Eis que um fato,
Há um tempo herege;
Uma luz se acende,
Na calamidade pública ali vista;
Se torna um fato,
Um fato que ninguém se esquecerá;
Um acontecimento cabível,
À qualquer circunstância ou momento;
O verdadeiro sentido de viver,
O pensar.

Tomaz O. Santos


Uma mente… um texto.

05/06/2009

Momento de concentração…

O dia do dia de um dia que se foi…

Mesmo com a repercussão de atos heróicos ou então inusitados da sociedade humana, há sempre os fatos inponderáveis e esquecidos, e que por conta de seu conteúdo complexo e perplexo deixam de ser explanados e dirigidos para seus devidos públicos. Mesmo com o fato metódico de que tudo é manipulado de uma certa forma, independente da ação mística de Deus ou da ação da mente medieval humana e seus grupos sádicos, a informação véridica, ou então importante, acaba também perdida pela falta de consideração pelo fator denominado aprender, fator este as vezes relacionado ao real sentido de viver.

=)

Tomaz O. Santos


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